Parece que existiu uma alteração qualquer no código do xorg que mudou o funcionamento da aceleração do rato. Isto causa complicações com certos jogos ou aplicações que resultam no rato ficar lento, o ponteiro saltar, etc.
A solução que encontrei foi criar um script de wrapper nas aplicações com problemas e correr um xset depois (2 ou 3 segundos) de arrancar a aplicação:
#! /bin/bash
/path/to/bin &
sleep 3
xset m default
Isto reverte as alterações que a aplicação possa ter feito à aceleração do rato... ![]()
Saiu no dia 28 de Junho o primeiro número da Fixed Magazine. Não tenho a noção qual é a relevância do movimento ‘roda fixa’ por cá, mas deve acompanhar a tendência geral de utilização da bicicleta. Sei que existe pessoal a fazer TT em singlespeed com roda livre, mas ainda não sei se existe um movimento roda fixa. Para os possíveis interessados no tema, esta revista poderá ser fonte de inspiração.
Dedicarei um post sobre esta questão noutra altura, mas posso indicar para já algumas alternativas interessantes aos cubos €sp€ciais de conversão para singlespeed: usar um cubo frontal para disco, convertê-lo para a largura entre drop-outs e usar um carreto furado à medida dos furos do disco (roda fixa); converter o cubo multispeed para singlespeed com a ajuda de espaçadores em alumínio maquinado (roda livre).
A minha Xtracycle a carregar um kit de X é quase transporte recursivo de carga, não?
Claro que seria mesmo transporte recursivo de carga se levasse uma bike completa com o kit instalado, e essa bike levasse outra bike nas mesmas condições e por ai fora, mas pronto.
Entretanto hoje precisei de transportar um quadro branco:


Correu bem, o vento não estava forte (senão teria que ir deitado) e como estava bem seguro quase não se dava por ele.
Com o calor que vai aumentando sabe bem pedalar com a brisa a soprar. ![]()
Embora possa ser mais suave para os olhos, os sites em preto não poupam energia nos monitores LCD, antes pelo contrário. Nos monitores CRT a imagem aparece quando a película preta é atingida por electrões, ter muito branco ou cor a mostrar indica que é necessário uma maior quantidade de descarga do canhão para mostrar a imagem. Nos actuais LCDs, a imagem é branca normalmente e é aplicada electricidade a cada célula de filtros que compõe cada pixel para filtrar essa luz branca. Logo quanto mais branco estiver à vista menos filtros estão activos, menos energia consumida. Afinal a maioria do consumo está na luz que ilumina a tela TFTLC. Quando tivermos todos ecrãs com OLEDs a estória é outra.
Hoje em dia o uso de CRTs ainda é superior a LCDs?
Reparei hoje (enquanto procurava informação sobre os goodies que tenho visto aparecer no svn do Inkscape
) que o filme do projecto Peach foi lançado para download no dia 30 de Maio. Está bastante engraçado.
[Via Linux for Designers]
Normalmente é costume apontar quem quer criar ficheiros CMYK no GIMP para os perfis da Adobe, mas pelo que pude apurar foram criados novos perfis padrão para uniformizar o sector.
Eu percebo pouco da questão, daí que se existir alguém que queira dar alguma achega ao assunto, força.
Algumas notas sobre os melhoramentos dos novos perfis.
Pelo que sei os perfis estão aqui, e para usá-los com o GIMP é preciso* o plugin separate, ou preferencialmente o melhorado separate+.
* - Não é preciso, supostamente o 2.4 devia suportar perfis de cor, mas não consigo converter as imagens para CMYK depois de configurar o perfil a usar, nem consigo encontrar um sítio onde explique. Se alguém souber como se faz…








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